Pode ser que lhe tenham dedicado poemas
Mas não todos
Talvez pense que muito esperaram
Mas nem tantas horas
Alegraram-se com sua atenção
de fato!
Mas não com os segundos
É possível que tenham visto encanto na tua boca
Mas não sem cessar
Acredito que sonharam
Porém, logo esqueceram
Até mesmo te tocaram,
mas nunca amaram
nunca amaram essa sina
domingo, 10 de julho de 2011
sábado, 2 de julho de 2011
Minúcias
Em branco
O papel reclama de sua brancura
A caneta treme por entre os dedos
escapam as palavras
O tempo
que passa sem dizer para onde
já se sabe bem onde vai
leva e trás
sem sentido e sem direção
Quanta minúcia no meu pensamento
apegando-me aos detalhes
segurando o que nem tem alça
Deixa ir
solta por aí
as minúcias que não te permitem sorrir
O papel reclama de sua brancura
A caneta treme por entre os dedos
escapam as palavras
O tempo
que passa sem dizer para onde
já se sabe bem onde vai
leva e trás
sem sentido e sem direção
Quanta minúcia no meu pensamento
apegando-me aos detalhes
segurando o que nem tem alça
Deixa ir
solta por aí
as minúcias que não te permitem sorrir
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